Mitos e verdades sobre o vinho – Multicoisas

Para algumas pessoas, degustar uma boa taça de vinho é quase um ritual, já para outras, a bebida é sinônimo de comemorações especiais. Seja qual for a ocasião, muitas dúvidas ainda cercam os consumidores sobre suas qualidades, formas de apreciar e benefícios. Por isso, Joca Ururahy, sócio-fundador da House of Wine, desvenda alguns mitos e verdades sobre a bebida, mas, antes de apreciá-la, tenha em mãos o Abridor de Vinho Elétrico da Black+Decker. Com ele, basta um simples toque para remover facilmente a rolha da garrafa e aproveitar esse momento com mais praticidade.

Uma taça de vinho por dia faz bem à saúde?
Verdade. Estudos comprovam que o consumo de uma taça de vinho por dia traz inúmeros benefícios como melhora da função cardíaca, prevenção para complicações cardiovasculares, auxílio na circulação sanguínea, o que mantém a pele mais elástica e vitaminada. Além disso, reduz a obesidade e o sobrepeso ao envelhecer. Isso se deve por conta do Resveratrol, que é uma fitoalexina, encontrada em maior quantidade em vinhos tintos. Esse antioxidante natural tem como propriedade neutralizar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento que seria a oxidação das células da pele. Mas vale lembrar que a diferença entre o veneno e o remédio é a dose, portanto, é recomendado moderação.

Qualquer vinho pode ser envelhecido?
Mito. A frase “Quanto mais velho melhor” nem sempre pode ser aplicada. Atualmente, são poucos os vinhos que se aprimoram com o tempo na adega, a maioria deve ser consumida de dois a cinco anos. Os pilares para um bom envelhecimento são os taninos, acidez e a fruta. Normalmente, são os vinhos tintos de grandes vinícolas ou os Premium que ganham qualidades com o tempo.

Os melhores vinhos são os mais caros?
Meia-verdade. Não necessariamente. O valor da bebida se deve por conta da adega ou produtor que criou o vinho, ou seja, quanto mais prêmios e notoriedade maior o preço da garrafa. Também encarece o vinho o investimento realizado no processo de fabricação, como os de guarda, que utilizam barrica de carvalho de primeiro uso para sua fabricação. No entanto, existem vinhos mais baratos produzidos por produtores não tão conhecidos, com processos inovadores, que agreguem técnica no processo de envelhecimento, que conseguem ser tão qualificados quanto os mais caros.

Vinho tinto deve ser ingerido em temperatura ambiente?
Mito. Cada vinho tem sua temperatura ideal, portanto, não existe uma regra. Uma sugestão é quanto mais fresco mais gelado deve ser servido, assim como, ingeri-lo na temperatura ambiente se for mais encorpado. A indicação é consumir espumantes de 4° a 6°, brancos de 8° a 10° e tintos 15° a 18°.

A melhor forma de armazenar um vinho é através de caves?
Mito. O importante ao armazenar um vinho é não ter incidência de sol, além de o local não ter grandes variações de temperatura e umidade. A alternativa para quem busca ter a bebida em casa são as adegas que podem ser das mais simples até as mais elaboradas. No caso, algumas funcionam como reguladores de temperatura externa, as do tipo “geladeira” com regulagem mais precisa e termostato mais fiel e as que fazem controle de temperatura e umidade, mais indicada para os vinhos chamados de guarda, auxiliando a rolha a ficar em condições apropriadas para manter o líquido perfeito ao longo dos anos.

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